Viver feliz para sempre



Resumo escrito por:OUTONODAVIDA
Todos anseiam em viver felizes para sempre. É o sonho universal e natural do ser humano. E é daí que advém a atração que os Contos de Fadas sempre exerceram sobre a humanidade. Todo o conto de fadas promete o final feliz. E é possível sonhar com isso, até que a necessidade de ser realista se imponha.

Baseada no simbolismo de um Contos de Fadas, a Autora apregoa que a felicidade existe, em nível mais profundo e grandioso do que aquele prometidos a "príncipes" e "princesas", que os finais felizes são realmente possíveis e que quase todos os problemas que nos impedem de sermos felizes têm solução. Alerta que, se como adultos, ainda suspiramos pela felicidade dos contos de fadas, provavelmente nos iremos decepcionar, porque as realidades dos adultos a respeito de obter sorte, confiança e alegria diferem das realidades infantis.

Na Primeira Parte, sob o título GERANDO CONFIANÇA, inicia transcrevendo um trecho da história de "JOÃO E MARIA". Então, realiza o estudo sobre Aptidões e Estratégias Iniciais. O conto nos ensina que a vida cotidiana exige que enfrentemos nossos desafios de modo criativo, já que a eficácia depende da criatividade e da adaptação. Entaiza que temas de cooperação, devoção amorosa e dependência mútua acompanham toda a provação de João e Maria. Os dois planejam juntos e pensam um no outro, embora a mente de cada criança também trabalhe de orma independente. João cria uma maneira de voltar para casa, enquanto Maria, mais tarde, de forma engenhoisa, dá um fim à bruxa. Ensina que, como João e Maria, desde cedo na vida, desenvolvemos nosso limiar de felicidade e nossos músculos solucionadores de problemas.

A Segunda Parte, tem o título de GERANDO A `SORTE`. João e Maria aprendem e nos ensinam o que é a sobrevivêbcia. Para sobreviver, eles precisam aprender com seus erros. Após sua bem-sucedida inovação de marcar o caminho para casa com os seixos, João tenta usar milgalhas de pão e falha. Depois de escapar da bruxa, e com o tempo, Maria irá aprender que chorar a respeito dos problemas não irá ajudá-la a encontrar uma saída para eles, mas que o comportamento ativo e institivo será capaz de salvar suas vidas.

Vemos que o QI elevado não garante o sucesso criativo na vida, mas que desenvolver habilidades de pensamentos de ordem elevada significa, frequentemente, transcender a Lógica. A Autora leva-nos a avaliar nossa capacidade para avaliar nossas habilidade cotidianas para a resolução de problemas: Capacidade de abstração, tolerância com relação à ambigüidade, inteligência prática e discernimento. E ensina que a salvação pessoal encontra-se em assumirmos mais, e não menos, responsabilidades pelo que sabemos e fazemos, e como fazemos. E devemos traçar um plano de desenvolvimento essoal, usando das informações necessárias para avaliar o próprio desempenho e projetar possíveis consequências. Enfatiza o controle da atenção, para a absorção da sabedoria.. Devemos, ainda, abrir-nos para o inconsciente, preocupando-nos mais em nos tornarmos seres com uma visão completa, cultivando um relacionamento aberto e transparente entre o consciente e o inconsciente. Com a ajuda de seus processos inconscientes, a mente é acalmada, corrigida e orientada, seja pelos códigos e habilidades registradas, seja pelo entendimento da raça humana. Daí, podemos seguir em direção a uma consciência "superior", ou seja, para a elevação de nossa percepção, para que inclua um conhecimento maior do que aquele que tínhamos anteriormente.

Nessa caminhada rumo à Felicidade, devemos, também, aprender a renunciar. João e Maria passaram por diversas transformações mentais, antes de serem capazes de se libertar. Tiveram, por exemplo, que aceitar o fato de que estavam perdidos e de que não poderiam mais contar com seixos ou migalhas de pão. Aceitando o fato, estavam livres para direcionar a atenção para outros recursos, como a sua própria perspicácia e as criaturas da floresta. Também se dão conta de que precisam controlar o desejo de ficarem infinitamente satisfeitos com a casa de doces e chocolates. E também demonstram sua abertura diante do sobrenatural. Abraçam o que é logicamente impossível, como no momento em quen só podem atravessar um grande lago, montados num pato branco. Não pararam para pensar "Sou muito grande para montar nessa criatura". Simplesmente, saltaram em cima do pato e foram carregados para a outra margem. Por isso, se a salvação é um milagre ou um sonho, que assim seja. Nesse caso, devemos renunciar às trincheiras do já vivido, do conhecido, do possível, partindo para um funcionamento criativo e possibilitando a que se veja as coisas de uma nova maneira.

Então, deparamo-nos com a análise do poder criativo na elevada auto-estima, que gera a autoconfiança, a coragem e abre a porta de saída, para que possamos ir em direçãoi ao poder de exercer autoridade sobre nossas vidas.

Na Terceira Parte, GERANDO A ALEGRIA, conquiustamos a liberdade de sermos verdadeiros e viver nossas vidas de uma maneira autêntica. A partir de ntão, crescemos em otimismo, aprendendemos a apreciar os desafios, para nos tornarmos um adulto autônomo e feliz. Um adulto capaz de destruir seus demônios, como Maria destruiu a bruxa.

Já no final da história, João e Maria entendem o que é preciso, para serem felizes para sempre. Eles aprendem que precisam lutar de maneira independente com as questões profunbdas e sombrias da vida, para que possam sobreviver e voltam para a casa. Esse "voltar para casa" significa o retorno para o centro do nosso ser, onde encontraremos a coragem, a confiança e a fé, para irmos ao encontro da felicidade.


Vivendo Felizes Para Sempre Originalmente publicado no Shvoong: http://pt.shvoong.com/social-sciences/psychology/2382770-vivendo-felizes-para-sempre/

Comentários