Micro-ondas Electrolux MTD30 - 20L

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Micro-ondas 20 litros da Electrolux. Possui 09 Receitas pré-programadas: arroz, carne moída, omelete, pudim, bolo de caneca, brigadeiro, macarrão instantâneo, pipoca e hambúrguer e as teclas Menu Descongelar, Menu Kids, Menu Dia a Dia, Menu Sobremesa, Tecla Aquecer Refeição, Tecla Início + 30s, Tecla Relógio e Tecla Mudo: é só apertar a tecla “0” por 4 segundos e o som de “bip” desaparece. Tem ainda 10 níveis de potência, de manter aquecido até assar bolos e preparar carnes, trava de segurança que permite travar o uso do aparelho quando você quiser (ideal para evitar que crianças ou pessoas não autorizadas a usar o produto possam acioná-lo), além de painel e classificação energética A.

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Livro Contos Mágicos

Contos Mágicos


Resumo
ERIC CHARTIOT é um MÁGICO, tendo registradas, em sua carreira, várias e constantes apresentações nacionais e internacionais. Além disso, é um grande contador de histórias, arte que comprovou em seu livro anterior "A Mágica do Mundo". Suas histórias alcançam tanto o público infantil e infanto-juvenil, quanto o público adulto.

Neste livro - "CONTOS MÁGICOS" - apresenta ao leitor, através de contos caracterizados por extrema sensibilidade, a magia da própria Vida. São contos metafóricos, nos quais transparece o mistério, com o qual - muitas vezes, sem perceber - nos deparamos em nossas rotinas diárias.

Ilustrando, magistralmente o simbolismo dos Contos, o título de cada um deles é antecedido por um símbolo rúnico. As RUNAS é formam um oráculo. que consiste na arte do uso de alfabetos rúnicos para obter respostas, que era instrumento usado pelos iniciados nesta arte, desde o pré-cristianismo para o auto-conhecimento.

Em seu primeiro conto, intitulado "Qual é o sentido", relata a histórias de Doug Henning, famoso mágico do início dos anos 70, que foi convidado pelo "Canadian Broadcasting Corporation", para fazer shows natalinos para o exército nacional. Durante a excursão, teria que se apresentar para os "Inuits", um povo de esquimós. Lá, os Inuits foram assistí-lo e sentaram-se no chão, na frente do palco.

Dando início ao show, Doug percebeu que ninguém sorria ou falava e, no final, não houve aplausos.

Então, o mágico perguntou ao intérprete, que falava inglês, se não tinham gostado do show e o homem respondeu que sim, que todos haviam gostado. E o mágico perguntou, então, se haviam gostado da mágica. A resposta do Inuit foi "Que mágica?". Henning falou sobre a de fazer a bola fliutuar no ar. E o esquimó respondeu, de forma totalmente natural: "Nós temos uma bola que fliutua no ar todos os dias. E ela nos dá luz e vida. esta sim, é mágica. Agora... essa sua bolinha!..."Douga falou, então, sobre "fazer aparecer pombos", ao que o esqjuimó respondeu: "Aqui, temos o alce. A cada primavera ele aparece. E um belo dia, ao final do verão, ele desaparece... Aqui, quando cai a neve na imensidão branca, são milhares de faces que brilham. Isto, sim, é mágica! Agora, os seus pombos... Realmente, não entendo por que você faz essas coisas." O mágico ainda tentou explicar, mas o Inuit continuava sem entender. De repente, o esquimó decidiu conversar com seu povo, para ver se, juntos, conseguiam entender. Depois de um tempo, voltou com um grande sorriso, afirmandoi que, finalmente, haviam entendido que ele fazia essas coisas, porque o povo dele - do mágico - havia esquecido o que era, realmente, mágico e que ele estava fazendo essas coisas, para que seus povo se lembrasse. E concluiu: "Boa idéia! Grande idéia!!"


O mágico Doug Henning, começando a chorar, disse: "Obrigado, meu amigo. Muito obrigado por me mostrarem o verdadeiro sentido da mágica. Eu não sabia."

E seguem essa linha todos os demais maravilhosos e mágicos Contos que compõem o livro: "A Caixa", "Lua Cheia", "Data Marcada",, Mlle. Lemnercier", "O Vidente", "Beorc" e "Résistance".


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