Fazer o bem com a fama



Resumo escrito por:Maria Carmela


Apesar de um passado um tanto avesso, a atriz Angelina Jolie conseguiu transformar em ações beneficentes a sua consagrada fama.


Hoje é uma ativista de causas sociais e causa furor no congresso de Washington para que leis sejam aprovadas.

Na noite do Oscar, ao contrário dos que esperavam a sua presença, viajou para a África como embaixadora da ONU onde discursou a respeito dos problemas do país, como o genocídio, a punição dos culpados, e o conseqüente refúgio de milhares de pessoas.
Após visitar um hospital, cuidando dos doentes, condoeu-se com a dor daqueles e criticou a comunidade internacional que não intervém para ajudar.
Já há muito tempo que Angelina investe em causas sociais, e interage diretamente, doando muito do seu dinheiro e do seu tempo, pois é uma grande ativista, principalmente em países pobres. E mesmo nos EUA, com a horripilante passagem do Katrina, aconselhou ao governo que amparasse as vítimas.
O seu reconhecimento é grande, tanto pela ONU quanto por autoridades africanas, como o rei de Camboja que a deu o título de cidadã cambojana por ela ter dado uma doação para a reconstrução e reflorestamento de um sítio arqueológico. As doações não só de dinheiro como de afeto que ela faz são várias, despertando um modelo de gente para muitos.
Nascida em Los Angeles, teve uma adolescência afundada nas drogas e na bebida, o que a deixava mal, principalmente por amar a mãe e saber que a fazia sofrer. Quanto ao pai, não gosta de falar por ajuizá-la publicamente de ter problemas mentais. Casos com ambos os sexos e tatuagens várias marcaram a sua vida. Fatos e atos estranhos e horripilantes também, que caracterizavam uma suicida em potencial.
A sua metamorfose aconteceu em 2001 quando foi ao Camboja filmar um longa. Acendeu nela a chama adormecida e começou a ajudar o país. Foi quando adotou o seu primeiro filho, um pequeno cambojano. O destino mais uma vez entrou em cena, pois que filmou a vida de uma socialite londrina que se tornou missionária na África. Dentro daquele cenário real, viu miséria e fome, com isso se inscreveu como voluntária da ONU, tornando-se embaixadora depois. Adotou uma menina que estava à beira da morte. E em 2006 teve a sua primeira filha biológica com o seu marido Brad Pitt. Até as fotos da pequena foram vendidas e revertidas em ajuda para hospitais, escolas e campos de refugiados.
Hoje, Angelina é referência e exemplo de amor e de dignidade com o próximo no meio artístico. Uma espécie de sol que reflete a realidade, mas que mostra que há luz no fim do túnel.
Mandou raspar a tatuagem com o nome do ex-marido e vive um casamento bom, regado à caridade por ambos. A mocinha extraviada transformou-se numa ativista em prol à caridade ao colocar o homem como ser de Deus que, independente de credo ou raça, merece o melhor que o divino pode nos dar.


UM JEITO POP DE FAZER O BEM Originalmente publicado no Shvoong: http://pt.shvoong.com/social-sciences/493587-um-jeito-pop-fazer-bem/

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