Amar duas pessoas ao mesmo tempo



Resumo escrito por:FlordaLua
Do Amor ... & dos Prazeres Fáceis

Baruch Espinosa filósofo francês do século XVII percebia o amor como algo potente e agregador, ao contrário de Platão, para o qual seríamos seres partidos em busca de nossas metades.

O amor é vital, potente, altamente criativo; faz de dois um e sua ausência causa aquela sensação de que falta para que sejamos completos. É a causa das nossas alegrias e também de nossas tristezas.
Casos de amor não são fixos, são processos, paisagens.
O que escolher? Os relacionamentos tradicionais, como o casamento, uma das instituições mais antigas que existe, ou as relações abertas?
Sim... (...) ... Pode ser...

O problema não é amar, uma, duas, três ou mais pessoas ao mesmo tempo, o problema é conciliar esses amores coloridos..


E por falar em cor... Não é o amor colorido, sendo ele tradicional ou não?
Não amamos simplesmente uma pessoa. Amamos o estar com ela, as experiências maravilhosas que vivemos a seu lado, o que aprendemos e levamos conosco mesmo depois de esse amor já ter ido embora, amor este, que antes de partir, nos deixa transformados.
Para o amor não existem leis. O código civil nos impede de matar uns aos outros, as boas maneiras nos impedem de enlouquecer uns aos outros... Mas no amor... Não há uma lei que nos diga a quem amar, que só devemos amar uma pessoa de cada vez, que menino ama menina, que menina não pode amar outra menina, ou que deva amar outra menina...Podemos ser meninas que amam meninos mas que também amamos outras meninas...e seguimos, sendo felizes dessa maneira...
O amor é isso... Intensidade. Vivemos no reino de Eros, sendo servidos por Baco, deus do vinho e dos prazeres fáceis.
“O amor é a alegria acompanhada da ideia de uma causa exterior.
Quando uma coisa não é amada, não há o que discutir.”
Baruch Espinoza


Do Amor ... & dos Prazeres Fáceis Originalmente publicado no Shvoong: http://pt.shvoong.com/social-sciences/psychology/2344007-amor-dos-prazeres-f%C3%A1ceis/

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