escolher um curso superior




Super Mercado de Trabalho

Muitos dos jovens que estão perto de terminar o segundo grau convivem neste momento com duas questões muito importantes: a identificação e escolha do curso superior e sua posterior inserção no mercado de trabalho. Porém, mesmo chegando o momento da decisão, a grande maioria dos estudantes ainda não tem certeza do que quer realmente. Dúvidas como essas também preocupam estudantes que já ingressaram na Universidade, pois de acordo com pesquisas recentes, metade dos que já fazem curso superior decide interromper os estudos antes do final se mostrando desapontados com as escolhas feitas.

Uma das questões mais elementares nesse tema é a dificuldade que o jovem tem em relação à autoconsciência de suas capacidades e desejos profissionais, ficando com muitas dúvidas a respeito das escolhas que deve fazer nesse momento.

Por outro lado, o mercado de trabalho se tornou tão competitivo que favorecerá àqueles que começarem a desenvolver um plano de carreira e trabalhar com foco neste objetivo com antecedência. Montar um plano de ação buscando construir e gerir uma carreira ficará mais fácil para quem tiver ao seu lado um dos maiores instrumentos de orientação: a informação.
Afinal, o que você espera do seu futuro?

Quando se fala em conhecer a si mesmo a primeira coisa que vem à mente é o teste vocacional, uma alternativa atraente para muitos que não sabem ao certo o que realmente gostariam de fazer. De fato, o teste vocacional é uma importante ferramenta educacional uma vez que servirá para identificar algumas potencialidades do aluno. Por outro lado, também é preciso olhar para dentro de si e procurar se conhecer melhor em relação ao temperamento e atitudes que definem a própria personalidade. Esta forma de auto-análise nos ajuda a identificar certas qualidades e dificuldades na execução de certas profissões.

Vale à Pena Fazer Curso Superior via Internet (Graduação e Pós-Grad)?



Com o advento de mudanças tecnológicas no decorrer dos anos, muitas instituições estão se preocupando em oferecer cursos de maneira online aos alunos, fato este que auxilia na distribuição de conhecimento de maneira mais flexível, principalmente em se tratando de questões financeiras. Desta forma, é comum encontrarmos ofertas de cursos de graduação e pós-graduação em diversas áreas, ministradas pela internet, conceituando o que fora denominado e-learning.
Sobre tal conceito, podemos dividi-lo em dois, a saber: e-learning síncrono e e-learning assíncrono. Sobre o primeiro, trata-se do ensino online onde professor e aluno interagem em tempo real, sendo para isso necessários alguns equipamentos próprios para a disseminação do conhecimento, sendo que a instituição é responsável por oferecer chat (bate-papo), web conferência e etc.; em relação ao segundo, e-learning assíncrono, professor e aluno não se encontram ao mesmo tempo em "sala de aula", sendo utilizado, como meio de troca de informações, e-mails, textos e fórum. Desta forma, os alunos não tiram suas dúvidas diretamente com o professor no momento em que estudam, sendo para isso necessário troca de mensagens para posterior análise e esclarecimento de eventuais dúvidas.
São muitas as instituições que procuram tonar o ensino mais democrático, entretanto, alguns fatores devem ser levados em consideração, como o registro das mesmas no Ministério da Educação (MEC). Somente com o aval de tal entidade o aluno poderá receber ao final do curso o tão sonhado Diploma, seja de graduação ou pós-graduação. Exemplo disso trata-se da Universidade Aberta do Brasil (UAB), programa do próprio MEC, que visa garantir ensino à distância de qualidade para municípios brasileiros e, o que é ainda melhor, de maneira gratuita.
Obedecendo alguns ditames observados em escolas presenciais, para participar da UAB e de algumas instituições com cursos online, o candidato deverá passar por um vestibular, realizando provas e atingir a média exigida para aprovação. Os cursos também atendem às especificações de muitas universidades e faculdades comuns, como duração de 4 a 5 anos, sendo exigido, para seu ingresso, que o candidato tenha concluído o ensino médio.

A importância de se fazer pós-graduação: algumas considerações



“O conhecimento é a única coisa que não conseguem tirar de você; sem ele, você não consegue ser cidadão”. Esse enunciado mostra algo que deve ser considerado quando o assunto é estudar. As pessoas estudam para quê? Para aumentar o salário? Para conseguir um emprego melhor? Ou para conhecer novas ideias, propor soluções para melhorar a realidade social em que vivem?

Ao considerar o último questionamento, nota-se que poucos pensam dessa maneira, porque o mundo globalizado, voltado ao exagero do consumismo, faz com que as pessoas se voltem para o ganho financeiro, esquecendo-se da função primordial do conhecimento: a criação de novas ideias, novas formas de pensar a sociedade. Nesse entremeio, as graduações feitas no Brasil estão se tornando, cada vez mais, tecnicistas, em que cursos como Engenharia Civil, Ciências da Computação ou, até mesmo, Matemática – curso voltado, essencialmente, à formação de professores – não se importam com disciplinas como Filosofia e Sociologia. Sujeitos se graduam sem, sequer, ter noções sobre como ser cidadãos capazes de mudar a mesmice vivida atualmente; indivíduos sem identidade, sem respeito, sem noção sobre o que é (con)viver com os outros.

Como alternativa para tal situação, profissionais de diversas áreas buscam, em cursos de pós-graduação, uma forma de adquirirem conhecimentos que não lhes foram passados durante a graduação. Opções como especialização, mestrado e doutorado são, porquanto, uma escolha que as pessoas fazem para a obtenção de informações relevantes para suas atividades laborais, além de incitar reflexões no que tange a melhorias locais, regionais, nacionais e, porque não, internacionais.

Diante dos aspectos supramencionados, há de se salientar que, quanto mais conhecimento se adquire, mais se consegue compreender as problemáticas sociais que permeiam nosso mundo e, a partir disso, são criadas novas soluções. É preciso, pois, dar importância aos cursos de pós-graduação pelo fato de eles serem espaços voltados a discussões e à aplicabilidade destas em práticas sociais; afinal, de que vale o conhecimento se ele não é utilizado efetivamente?


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